A necessidade de se firmar como indivíduo e pertencer a um todo social, contribuindo de um modo mais criativo, motivador e desafiante nas organizações ou nos locais de trabalho, passou a fazer parte do dia-a-dia de pessoas ávidas de aprender e que necessitam de praticar o seu aprendizado.
Da revolução industrial a sociedade de informação, “a maioria dos trabalhadores foi preparada para o emprego e não para o trabalho autónomo”, segundo António Serrano e Cândido Fialho em sua obra Gestão do Conhecimento.
A preocupação pelas transformações e/ou revoluções operadas nos ambientes de trabalho, sugerem uma reflexão para o modo de ser, agir e estar do trabalhador contemporâneo.
– Francisco Cruz, docente universitário, sugere o rompimento do antigo status quo do trabalhador manual, para garantia de melhor eficiência e eficácia. Em Angola a formação não é escolhida por aptidão o que dificulta a adopção de novos desafios. Assim novos desafios são vistos como obstáculos e não objectivos estratégicos a atingir, concluiu.
A formação e a aprendizagem constante, contribuem para o desenvolvimento de novas habilidades e competências e, actualmente, as Universidades, preocupadas em formar o profissional para o mercado de trabalho adequam os curriculum académicos com as realidades sociais.
- Virgílio Lucas Maria, oficial superior das FAA, sustenta que as modificações operadas no seu ambiente de trabalho são notáveis e com ênfase no cumprimento do Regulamento militar, na cortesia e na bancarização dos salários. Afirma que a formação dos efectivos e a inserção das novas tecnologias são factores que contribuíram para a reafirmação deste “homem novo” o Trabalhador do conhecimento.
Luis Henrique Boff e Mara Abel, no seu artigo Auto desenvolvimento e competências: O caso do trabalhador do conhecimento como especialista, definem trabalhador do conhecimento todo o profissional que utiliza a informação como insumo combina-a com o seu conhecimento individual e gera nova informação como produto da sua actividade.
As empresas, por sua vez, também correm a um ritmo acelerado para o equilíbrio entre o tradicional e a nova vaga de necessidades detectadas no mercado, aperfeiçoando em treinamento os seus recursos humanos.
Apesar das modificações observadas no cenário competitivo das organizações, poucos são os actores sociais atentos as mesmas. O termo Trabalhador do conhecimento é novidade para uma larga maioria de trabalhadores. Santos António João, funcionário público, questionado sobre o trabalhador do conhecimento, mostrou-se surpreso e afirmou nunca ter ouvido falar sobre o assunto.
Num mundo em que norteiam a escassez de tempo e as consequências do aquecimento global é preciso buscar a conjugação perfeita entre a gerência no sentido tradicional e as expectativas do trabalhador para a liberdade de efectuar escolhas e de assumir responsavelmente consequências.
Neste sentido, constituem desafios para o trabalhador contemporâneo; a capacidade de controlar a desordem frente a um universo caótico e a um futuro utópico, de criar valor a partir do processamento de informação e de usar o conhecimento disponível e aplica-lo de forma produtiva, sugerem António Serrano e Cândido Fialho in Gestão do Conhecimento, citando Zorrinho (2001).
Da revolução industrial a sociedade de informação, “a maioria dos trabalhadores foi preparada para o emprego e não para o trabalho autónomo”, segundo António Serrano e Cândido Fialho em sua obra Gestão do Conhecimento.
A preocupação pelas transformações e/ou revoluções operadas nos ambientes de trabalho, sugerem uma reflexão para o modo de ser, agir e estar do trabalhador contemporâneo.
– Francisco Cruz, docente universitário, sugere o rompimento do antigo status quo do trabalhador manual, para garantia de melhor eficiência e eficácia. Em Angola a formação não é escolhida por aptidão o que dificulta a adopção de novos desafios. Assim novos desafios são vistos como obstáculos e não objectivos estratégicos a atingir, concluiu.
A formação e a aprendizagem constante, contribuem para o desenvolvimento de novas habilidades e competências e, actualmente, as Universidades, preocupadas em formar o profissional para o mercado de trabalho adequam os curriculum académicos com as realidades sociais.
- Virgílio Lucas Maria, oficial superior das FAA, sustenta que as modificações operadas no seu ambiente de trabalho são notáveis e com ênfase no cumprimento do Regulamento militar, na cortesia e na bancarização dos salários. Afirma que a formação dos efectivos e a inserção das novas tecnologias são factores que contribuíram para a reafirmação deste “homem novo” o Trabalhador do conhecimento.
Luis Henrique Boff e Mara Abel, no seu artigo Auto desenvolvimento e competências: O caso do trabalhador do conhecimento como especialista, definem trabalhador do conhecimento todo o profissional que utiliza a informação como insumo combina-a com o seu conhecimento individual e gera nova informação como produto da sua actividade.
As empresas, por sua vez, também correm a um ritmo acelerado para o equilíbrio entre o tradicional e a nova vaga de necessidades detectadas no mercado, aperfeiçoando em treinamento os seus recursos humanos.
Apesar das modificações observadas no cenário competitivo das organizações, poucos são os actores sociais atentos as mesmas. O termo Trabalhador do conhecimento é novidade para uma larga maioria de trabalhadores. Santos António João, funcionário público, questionado sobre o trabalhador do conhecimento, mostrou-se surpreso e afirmou nunca ter ouvido falar sobre o assunto.
Num mundo em que norteiam a escassez de tempo e as consequências do aquecimento global é preciso buscar a conjugação perfeita entre a gerência no sentido tradicional e as expectativas do trabalhador para a liberdade de efectuar escolhas e de assumir responsavelmente consequências.
Neste sentido, constituem desafios para o trabalhador contemporâneo; a capacidade de controlar a desordem frente a um universo caótico e a um futuro utópico, de criar valor a partir do processamento de informação e de usar o conhecimento disponível e aplica-lo de forma produtiva, sugerem António Serrano e Cândido Fialho in Gestão do Conhecimento, citando Zorrinho (2001).

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